Câncer e a luta diária contra a depressão

[wgl_double_headings title_color=”#232323″ subtitle_color=”#026837″ bgtitle_color=”#f3f3f3″ title=”Gabriela Bardini ” subtitle=”Psiquiatra” bgtitle=”Por “]

Lidar com sentimentos de medo e angústia não é uma tarefa fácil. Principalmente quando desencadeados após a descoberta de uma doença física como o câncer. Com o aumento da expectativa de vida no Brasil, o câncer está sendo cada vez mais visto e tratado como uma doença crônica que pode ser administrada com eficácia por muitos anos. No entanto, além do corpo é preciso cuidar da mente.

Depressão e ansiedade são duas das condições psicológicas mais comuns entre pacientes com câncer. É possível que o aparecimento do sofrimento psíquico dentro dessa população não seja um problema.

Sintomas agudos como tristeza e irritabilidade podem acontecer, mas se persistem há necessidade de maior atenção. Para ter uma ideia sobre a depressão, pesquisas apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 11% da população apresentará pelo menos um episódio depressivo durante a vida. Portanto atenção, não fique com vergonha de conversar com um parente, amigo ou o seu médico de confiança.

Obter ou manter uma rotina diária mais dinâmica é comprovadamente um bom auxilio no combate à depressão, colaborando assim, no controle da ansiedade e no tratamento do câncer. Outras terapêuticas que colaboram nesta intervenção é a prática de atividades físicas orientadas por um profissional e de forma regular, a alimentação visando mais grupos alimentares (com frutas, legumes e verduras frescos) e de forma mais saudável – além de cessar, ou pelo menos, reduzir o tabagismo.

Nem sempre é necessário o uso de medicações. Em todas as situações o profissional irá avaliar os sintomas para iniciar então o tratamento ou encaminhar ao profissional responsável. O importante é ter a consciência da meta principal: otimizar a qualidade de vida e melhorar a resposta do tratamento clínico contra o câncer.

 
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